Observar
Interagir
Regenerar
O território é o primeiro livro. A observação precede a intervenção.

Uma teoria de design territorial desenvolvida a partir da observação arqueológica da relação entre seres humanos, ambiente, energia, alimento, cultura e território.
PERMACULTURA COMO TEORIA DO DESIGN
A Permacultura Simbiótica é compreendida aqui como uma teoria do design: uma maneira de observar, organizar e transformar relações entre pessoas, território, água, alimento, energia, abrigo, cultura e conhecimento.
Na trajetória de Neimar Alves Barroso, essa teoria é desenvolvida sob uma perspectiva arqueológica. O território é investigado como uma acumulação de experiências, técnicas, relações, objetos, paisagens e modos de vida.
A pergunta permacultural passa então a ser também uma pergunta arqueológica:como os seres humanos aprenderam a permanecer, produzir, adaptar-se e transformar seus territórios?
O design deixa de ser apenas desenho de objetos e passa a ser desenho de relações.
A arqueologia observa aquilo que os territórios conservaram. A permacultura procura compreender como esses territórios podem continuar produzindo vida.
UMA LINHA DE DESENVOLVIMENTO TEÓRICO
Dentro desta trajetória, a teoria permacultural é desenvolvida também como suporte à perspectiva de autodesenvolvimento associada aos trabalhos de Marcelo Guimarães.
A questão deixa de ser somente como produzir determinado alimento ou construir determinado abrigo. Passa a ser:como criar unidades territoriais capazes de gerar, simultaneamente, condições para a autonomia humana e para a regeneração do ambiente?
É nesse ponto que aparecem as Unidades Geradoras de Energia e Alimentos — UNIGEA.
A permacultura aparece, assim, como uma linguagem de projeto capaz de aproximar produção de alimentos, energia, conhecimento, infraestrutura, cultura e autonomia.
UNIDADES GERADORAS DE ENERGIA E ALIMENTOS
A ideia das UNIGEA amplia a compreensão convencional de infraestrutura. Em vez de separar energia, alimento, moradia, água e cultura em sistemas independentes, procura-se pensar unidades territoriais integradas.
Na perspectiva permacultural, uma unidade geradora não precisa significar uma máquina isolada. Ela pode ser uma combinação de solo, plantas, água, pessoas, tecnologias, arquitetura, conhecimento e trabalho colaborativo.
DESIGN PARA SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA
Os Tratados Brigadistas procuram compactar conhecimentos avançados em uma linguagem suficientemente didática para que possam ser utilizados em situações concretas de emergência, calamidade, acampamento, formação comunitária e regeneração territorial.
O território é o primeiro livro. A observação precede a intervenção.
Observar fluxos, nascentes, chuvas, armazenamento, infiltração e relações entre água e território.
Produção alimentar como infraestrutura de autonomia, continuidade e regeneração.
Bioconstrução, reaproveitamento, adaptação e soluções territoriais de baixo custo.
O conhecimento se multiplica quando passa de pessoa para pessoa e retorna transformado ao território.
PERMACULTOR(A) BRIGADISTA
O minicurso inovador Permacultor(a) Brigadista nasce como experiência de compactação pedagógica: reunir princípios, estratégias e práticas permaculturais em uma experiência suficientemente curta para situações em que tempo, infraestrutura e recursos são limitados.
princípios, padrões e relações.
transformar conhecimento em prática.
transmitir o conhecimento à comunidade.
LIVRO · CORDEL · ECONOMIA CRIATIVA
A proposta é que o conhecimento permacultural possa ser baixado, impresso, dobrado, encadernado e distribuído pelas próprias comunidades.
O material pode circular como cordel artesanal, permitindo que a própria produção editorial se transforme em uma possibilidade de economia criativa e geração de renda.
O livro deixa de ser somente suporte de leitura e passa a ser também um objeto de circulação do conhecimento.
DA PRÁTICA À TEORIA
O laboratório permacultural não produziu somente hortas e bioconstruções. Produziu trabalhos colaborativos, documentários, instrumentos musicais, livros, sementes, alimentos, estratégias territoriais e uma teoria inteira.
PLANTAMOR DE FLORESTAS
O Plantamor de Florestas integra o campo de experimentação audiovisual e permacultural desenvolvido ao longo dessa trajetória.
A floresta é compreendida como infraestrutura de vida: alimento, água, abrigo, sombra, biodiversidade, memória, cultura e futuro.
ASSISTIR PLANTAMOR DE FLORESTAS →ENERGIA · TERRITÓRIO · PROTEÇÃO
O Projeto Guarda-Sol entra nesta arquitetura como uma frente relacionada à investigação das relações entre território, energia, proteção, infraestrutura e adaptação.
A página funciona como arquivo próprio do projeto e como ponto de conexão com a trajetória mais ampla de pesquisa.
VISITAR PROJETO GUARDA-SOL →DA PERMACULTURA À TEORIA POLÍTICA DO TERRITÓRIO
Na trajetória de Neimar, a permacultura ultrapassa a dimensão estritamente agrícola. Ela se transforma em laboratório para pensar comunidade, território, produção, conhecimento, cultura, natureza e organização social.
É nesse percurso que se articulam os Tratados Brigadistas, a Permacultura Simbiótica e a formulação da 7ª República.
ARQUEOLOGIA HISTÓRICA · CIÊNCIA POLÍTICA
Este núcleo reúne trabalhos que atravessam arqueologia, arqueologia histórica, ciência política, cultura material, permacultura, museologia, ilustração científica e Vetorialética.
Projeto de arqueologia pública de escala internacional desenvolvido por Neimar Alves Barroso, dedicado à investigação, preservação, curadoria e reativação das imagens produzidas para representar e compreender o mundo. O projeto aproxima arqueologia, ciência, fotografia, cinema, desenho, ilustração científica, inteligência artificial e cultura visual.
VISITAR O MUSEU DA ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA →Síntese da experiência permacultural desenvolvida como laboratório de design territorial. Os Tratados Brigadistas procuram transformar conhecimentos complexos em práticas transmissíveis, capazes de apoiar comunidades diante de situações de emergência, calamidade e transformação territorial.
ABRIR A PUBLICAÇÃO →Linha de investigação voltada à leitura arqueológica das infraestruturas, tecnologias, paisagens, imagens, objetos e marcas territoriais relacionadas aos conflitos e sistemas de poder da Guerra Fria.
EXPLORAR A PESQUISA →Apontamentos teóricos sobre a resistência nativa e comunitária diante do assentamento colonial português, tendo como referências o Engenho de São Jorge dos Erasmos e o Quilombo dos Palmares. A proposta investiga também permanências, deslocamentos, reconstruções territoriais e formas de produção da própria paisagem.
LER A PROPOSTA →UMA LEITURA CRÍTICA DA CULTURA MATERIAL
A perspectiva arqueológica desenvolvida por Neimar procura considerar o território como uma realidade muito anterior aos assentamentos coloniais.
Por isso, a arqueologia histórica precisa ser capaz de investigar simultaneamente assentamento, deslocamento, resistência, permanência, adaptação, conflito e transformação.
Entre as referências que estruturam essa reflexão estão o Engenho de São Jorge dos Erasmos, o Quilombo dos Palmares e oMuseu Nacional, além dos diálogos intercontinentais que ajudam a ampliar a compreensão da ocupação humana e da cultura material.
POSIÇÃO CRÍTICA DE NEIMAR ALVES BARROSO
“Se vê pelo índice que desse livro também não sai nada sobre o Museu Nacional, nada a declarar sobre o principal sítio da arqueologia histórica no Brasil.”
Esta formulação é apresentada aqui como uma posição crítica autoral de Neimar diante de determinados panoramas da arqueologia histórica brasileira. Não se trata de apresentá-la como consenso acadêmico.
A crítica procura chamar atenção para aquilo que, em sua leitura, deveria ocupar maior centralidade no debate: grandes sítios, diferentes tradições de pesquisa, geologia, cultura material, resistência, ciência, patrimônio e relações entre arqueologia brasileira e processos de ocupação humana em outros continentes.
A arqueologia da resistência desloca a pergunta: não apenas onde o poder colonial construiu, mas também onde os povos resistiram, permaneceram, reconstruíram e produziram seus próprios territórios.
ARQUEOLOGIA PÚBLICA · CIÊNCIA DA IMAGEM
O Museu da Ilustração Científica é apresentado como um dos principais projetos de arqueologia pública de Neimar, articulando arqueologia visual, museologia, fotografia, audiovisual, ilustração científica e novas tecnologias.
O projeto também abriga a pesquisa de Neimar como ilustrador científico contemporâneo, utilizando inteligência artificial como instrumento de experimentação, reconstrução, hipótese e investigação visual.
Dentro do paradigma vetorialético, a imagem não é apenas representação do conhecimento. Ela participa da própria construção daquilo que conseguimos perceber.
VISITAR MUSEU DA ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA →DESENHAR · MODELAR · RECONSTRUIR · INVESTIGAR
A ilustração científica contemporânea desenvolvida por Neimar incorpora ferramentas de inteligência artificial como instrumentos de pesquisa visual.
A imagem pode ser utilizada para testar hipóteses, reconstruir possibilidades, comparar estruturas, investigar paisagens e criar interfaces entre aquilo que foi encontrado e aquilo que ainda precisa ser investigado.
PERMACULTURA PARA ACAMPAMENTO
Uma janela audiovisual para a experiência permacultural, aproximando cinema, acampamento, aprendizagem, território e vida coletiva.
ABRIR FILME NO YOUTUBE →FOTOGRAFIA · PROCESSO · MEMÓRIA
Espaço para fotografias de hortas, mutirões, acampamentos, bioconstruções, oficinas, instrumentos, livros, sementes, documentários e outras experiências.
PERMACULTOR BRIGADISTA
A trajetória do Permacultor Brigadista é apresentada também no contexto da autocandidatura ao Prêmio Nobel da Paz, como uma proposta de reconhecimento da dimensão social, educativa e regenerativa dessa experiência.
Mais importante que o reconhecimento individual é a capacidade de multiplicação do conhecimento: comunidade → prática → registro → transmissão → nova prática.
PERMACULTURA · ARQUEOLOGIA · VETORIALÉTICA
A permacultura começa na observação da vida e pode transformar-se em teoria, design, ciência, cultura e regeneração.